Ser reconhecido como o principal polo cultural do Estado, mais do que trazer orgulho, motiva e inspira o Sesc RJ. Não por acaso, a instituição, braço sociocultural do Sistema Fecomércio RJ, oferece ao público o que há de melhor em produções culturais, brasileiras ou estrangeiras. Seus palcos permanecem abertos para atores e grupos teatrais consagrados e novos talentos. E quando essa missão rende frutos, mais gratificante ainda!

Os números não deixam mentir. Nada menos do que 1,23 milhão de pessoas assistiram, no ano passado, à programação cultural do Sesc RJ. Ao longo da temporada de 2016, alguns dos 93 espetáculos que estrearam no Teatro Sesc Ginástico, no Sesc Copacabana e no Sesc Tijuca foram indicados aos principais prêmios dedicados ao teatro nacional: Prêmio Cesgranrio, Prêmio Shell de Teatro, Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) e Prêmio Faz a Diferença (jornal O Globo). Foram 15 prêmios no total, após 42 indicações em diferentes categorias. Bravo!

O sucesso sobe ao palco

 

Um dos mais importantes no segmento, por exemplo, o Prêmio Shell de Teatro – que contempla espetáculos com estreias em São Paulo e no Rio de Janeiro – anunciou quatro prêmios para as sete peças com curadoria do Sesc RJ que estavam na disputa: Vaga carne (melhor autora), Auê (melhor direção), Se eu fosse Iracema (melhor figurino) e Cabeça – Um documentário cênico (melhor música). O respeitado Prêmio APTR entregou sete premiações para espetáculos que figuraram na programação do Sesc RJ: Auê (melhor espetáculo, melhor música e melhor produção), O como e o porquê (melhor atriz) e Amor em dois atos (melhor ator), Sucesso (melhor atriz coadjuvante) e Se eu fosse Iracema (melhor figurino).

Entretanto, para atrair mais de um milhão de espectadores à sua programação cultural de 2016 (317 mil deles assistiram a peças e shows), o Sesc RJ investiu em qualidade: promoveu um total de 5 mil eventos, 320 apresentações artísticas, 1.439 exposições e cursos, além de 627 atividades em bibliotecas fixas e ambulantes.

O sucesso sobe ao palco

 

E, para a temporada de 2017, os mesmos ritmo e qualidade na agenda cultural, com eventos de teatro, dança, música, literatura e outros. Maio e junho, aliás, já estão com programação intensa. Histórias que não deviam ser contadas, com os atores Claudia Ventura e Alexandre Dantas e direção de André Paes Leme, atrai o público para o Sesc Tijuca, onde a peça fica em cartaz até o próximo dia 28. Já no Sesc Copacabana, o espetáculo Adeus palhaços mortos – adaptação da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do dramaturgo romeno Matei Visniec – é a atração também até o dia 28 deste mês.

Na dança, mais atrações durante maio: no Sesc Ginástico está em cena a terceira edição do Projeto Entredança, que reúne cinco espetáculos inéditos, criados por companhias do Rio, do Rio Grande do Norte, de Santa Catarina e uma convidada da Alemanha (a Cie. Toula Limnaios).

FESTIVAL DE INVERNO NA SERRA
Impossível falar de programação cultural do Sesc RJ, sem citar um de seus carros-chefe: o Festival de Inverno, que na edição 2017 homenageará um dos movimentos mais emblemáticos da cultura brasileira: a Tropicália. O evento, que percorrerá três cidades serranas (Petrópolis, Nova Friburgo e Teresópolis), vai propor uma reflexão sobre o movimento tropicalista, que completa 50 anos. Um diálogo com ideias de seus representantes, como Rogério Duarte, Jorge Mautner, Tom Zé, Gil e Caetano Veloso e muitos outros. O evento será entre os dias 28 e 30 de julho e de 3 a 6 de agosto.

Até lá, há mais atrações pelas Unidades do Sesc RJ, entre elas, estará em cena, em junho, a peça A gaiola, que promete encantar o público com a história de uma menina que se dedica a cuidar de um passarinho. Já a montagem Ovelha negra leva ao palco questões contemporâneas, como o bullying, o preconceito racial, a autoestima, entre outras. Para conhecer a programação completa do Sesc RJ, visite o site www.sescrio.org.br. Opções não faltam!

Isso porque, para o Sesc RJ, cultura sempre foi um dos principais pilares da instituição por ser um instrumento transformador do indivíduo e da própria sociedade, que faz refletir e contribui para criar ampla visão de cidadania.