A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 levanta questões sobre quem ocuparia sua vaga. De acordo com o regulamento oficial da FIFA publicado no ano passado, não há critérios definidos para substituições nesse caso.
O documento deixa a decisão a cargo da própria entidade. O país asiático, impactado por conflitos, avalia a possibilidade de abrir mão de sua participação no torneio.
Em outros assuntos relacionados à Copa, o chefe de arbitragem da FIFA comentou recentemente sobre a tecnologia de “câmera do juiz”. O equipamento, testado na Copa do Mundo de Clubes, será utilizado no próximo Mundial.
A apresentação dos uniformes para 2026 também gerou atenção. A fornecedora Adidas exibiu em São Paulo as novas camisas de algumas seleções contratadas, incluindo nações já classificadas.
A segurança do evento é outra preocupação. O diretor do FBI visitou o presidente da FIFA há onze meses para tratar das medidas para a edição de 2026, que será sediada nos EUA, México e Canadá.
Em retrospecto, a última Copa trouxe destaque para jogadoras como Ary Borges, artilheira do Brasil homenageada em seu estado. No futebol argentino, a conquista no Catar solidificou Lionel Messi como favorito a prêmios individuais.
Embora Messi tenha anunciado sua despedida de Copas, há especulações sobre sua possível participação em 2026. Paralelamente, começa a discussão sobre a era pós-Messi na Argentina e quais jogadores poderão liderar a busca pelo tetracampeonato.
A campanha do título argentino em 2022 foi atribuída a uma combinação de fatores: a atuação decisiva de Messi, o apoio familiar e da torcida, a audácia do técnico Lionel Scaloni e um elenco inspirado no legado de Diego Maradona.
No cenário das promessas, um jovem argentino de 16 anos, Gianluca Prestianni, do Vélez Sarsfield, é apontado como uma futura estrela e é acompanhado de perto por clubes europeus.
