O momento é de nostalgia e Maria Grazia Chiuri, atual diretora criativa da Dior, acertou em cheio com o resgate das icônicas saddle bags – bolsas da Dior que se parecem com selas de cavalo (saddle = sela ). Acrescentou uma alça mais alongada, removível e trouxe novos tamanhos.

Sucesso nos anos 2000 e criada por John Galliano, ressurge entre as peças mais vendidas da temporada, segundo pesquisa do site Lyst. Encaixa perfeitamente embaixo do ombro e foi febre entre it girls e celebridades da época. O modelo em denim azul com detalhes em couro caramelo era a que mais se assemelhava ao item de montaria. Outras eram estampadas, coloridas ou cheias de aplicações e edições limitadas tinham listas de espera.

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John Galliano criou a bolsa em 1999, que deixou de ser produzida após o estilista ser demitido da grife em 2011. Mesmo fora do catálogo por sete anos, se tornou um ícone atemporal da maison. Para o modelo repaginado Chiuri apostou na padronagem Dior Oblique, criada em 1967 pelo designer Marc Bohan. Aplicado em jacquard, o monograma apareceu em itens do outono e também da primavera 2019.

Divulgação/Dior

Saddle bag com o monograma retrô de Marc Bohan na campanha do outono 2018

 

Divulgação/Dior

São várias as opções de material, como o couro

 

Divulgação/Dior

O item é uma referência do universo equestre: o design da bolsa lembra uma sela de cavalo

 

Divulgação/Dior

O item retornou em diferentes tamanhos e com alça removível

 

A estratégia de marketing foi genial. Na data do lançamento mundial da bolsa, 100 personalidades publicaram fotos com a peças pontualmente às 14h. Entre elas, a brasileira Luiza Sobral, a italiana Chiara Ferragni e a georgiana Dana Hourani.

 

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Divulgação/Lyst

Sucesso também nos anos 2000, em diversos materiais. Entre eles, o jeans.

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Colaborou Hebert Madeira

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