O longa-metragem de Bryan Singer Bohemian Rhapsody estreou com ótimos índices de bilheteria no Brasil. A cinebiografia do vocalista da banda Queen, Freddie Mercury, estrelada por Rami Malek, lidera as paradas com uma arrecadação de R$ 9,6 milhões em apenas cinco dias em cartaz.

O filme superou a produção da Disney O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos, que aparece em segundo lugar na lista, com soma de R$ 6,1 milhões no mesmo período. Na sequência, vem o longa Halloween, arrecadando R$ 4,3 milhões.

A boa bilheteria brasileira de Bohemian Rhapsody segue a norte-americana. Exibido em 4 mil salas de cinemas nos EUA, a produção também ficou em primeiro lugar por lá e arrecadou US$ 50 milhões em apenas três dias em cartaz, de acordo com dados divulgados pela Forbes.

Apesar das críticas negativas, Bohemian Rhapsody tornou-se um fenômeno para além das expectativas do estúdio Fox e assumiu o título de segunda melhor estreia de uma biografia musical, atrás de Straight Outta Compton: A história do N.W.A. (2015), que fez R$ 60 milhões em seu primeiro fim de semana.

 

Polêmicas
As cenas gays do filme têm gerado reações inesperadas de alguns espectadores na plateia. São vários os relatos na internet sobre manifestações durante as sessões Brasil afora. “Na sessão que minha mãe foi, gritaram ‘Bolsonaro vai pegar vocês’ na cena do beijo. O pior é que todo mundo riu”, escreveu Bruna Melo no Twitter.

Segundo outros internautas relataram, algumas pessoas chegaram a deixar a sala por se irritarem com os trechos que focam a vida pessoal do roqueiro. “Tinha um cara na minha sala que, na hora do beijo, falou ‘isso não’ e saiu”, contou.

 

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