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Acentuando a crise que percorre seus corredores, setor de jornalismo da Band se recusa a aceitar direção de Primeiro Jornal, programa novo, diz colunista. Entenda os detalhes. (Foto: Divulgação/Band)

Como já foi divulgado por O Canal, a Band tem investido em uma nova programação voltada as manhãs, de forma a tentar se tornar mais competitiva e driblar a crise de audiência que enfrenta.

Uma das muitas ideias apresentadas – e que foi levada adiante e está em produção – é a criação de um jornal no período: O Primeiro Jornal, que ficará a cargo de Joel Datena e Joana Treptow.

O que até então estava sendo visto de forma estranha era que a direção do jornalístico está com Vildomar Batista, ex-RecordTV, que chegou à emissora com nome dos bandeirantes com a missão de reformular muita coisa e torná-la, novamente, uma pedra no sapato da concorrência.

Recém-chegado a Band, Vildomar já tem experiência em programação matinal, mas voltada ao entretenimento.

De acordo com a coluna de Flávio Ricco, Vildomar assumiu o programa porque o setor de jornalismo da própria emissora, onde o mesmo deveria se encaixar pelo formato, não o quis – mais um indício de que as coisas, de fato, não correm nada bem nos bastidores da emissora.

Vildomar, um homem claramente de entretenimento, enfrentará um desafio, com uma nova área.

Durante sua época à RecordTV, além do Hoje em Dia, o diretor de conteúdo esteve à frente, durante seus 11 anos na emissora do bispo, de programas como Tudo é Possível, Domingo da Gente, Programa da Tarde, Show do Tom e Programa do Gugu.

A Crise

Como o Canal noticiou há algumas semanas, a Band está atolada em dívidas que chegam a R$ 1,2 bilhão – algo que é quase 10x maior do que sua geração de renda.

O alto valor devido é dividido entre diversos credores, sendo cerca de 800 milhões entre bancos (Banco do Brasil, Bradesco, BTG Pactual e Caixa) e 400 milhões nas mãos de outros fornecedores (que incluem até a Rede Globo, por direitos de futebol). De acordo com o veiculado na mídia, um acordo foi feito em abril do ano passado e a emissora ganhou um ano de carência.

O Canal ouviu fontes ligadas à emissora e, diferente da imagem passada ao Mercado, o clima interno não é dos melhores.

Mesmo que tenha dado recados a mídia e ao mercado de que está bem, em recuperação e que terá novos investimentos em breve, a crise pela qual a emissora passa ainda é séria e gerou um clima de tensão nos bastidores, com funcionários temendo cortes.

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