O grupo técnico responsável por fazer a transição do Ministério das Relações Exteriores para o governo Bolsonaro inclui, além do próprio futuro chanceler Ernesto Araújo, dois membros do PSL, dois diplomatas que até hoje tinham baixa expressividade no Itamaraty, a mulher de um deles e um advogado da União. São informações de O Globo.

Nomeado em portaria publicada nesta semana no Diário Oficial da União, o grupo é responsável por refazer a estrutura interna do Ministério e tem conduzido encontros com representantes de outros países, sobretudos voltados a relações bilaterais.

O grupo é composto por Filipe G. Martins, secretário de Assuntos Internacionais do PSL; Flavio Sapha, conselheiro que há quatro meses dirige a Divisão da Organização dos Estados Americanos; Diego de Souza Araújo Campos, terceiro-secretário do MRE; Marcela Sousa, tradutora, professora de inglês e mulher de Diego; Letícia Catel, empresária e ex-secretária-geral do PSL paulista; e Marcelo Brito Queiroz, da Advocacia Geral da União, que está lotado no setor de Consultoria Jurídica do Ministério.

No grupo técnico, além de Araújo, o diplomata de maior senioridade é Flávio Sapha, que atualmente exerce o cargo de conselheiro, o quarto em importância e dois degraus abaixo do de embaixador. Nomeado em julho para a chefia da divisão da OEA por Araújo, então diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos, ele antes atuava no setor de Patrimônio.

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