O cérebro humano é distraído por natureza – alternamos entre foco e distração de três a oito vezes por segundo. É compreensível, portanto, que a concentração não seja tarefa simples para a maioria dos mortais.

O mais novo salvador da pátria (e da  produtividade) é um “antolho humano”. Para você que não manja de animais de montaria, uma breve explicação: “antolhos” são acessórios colocados na cabeça de animais de montaria (ou carga) para limitar o campo de visão deles e forçá-los a olhar só para a frente, evitando que eles se distraiam, se espantem ou saiam da direção correta.

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A versão para humanos é quase igual, só que mais confortável, e muito mais tecnológica. O antolho tapa cerca de 60% da visão periférica, obrigando o cérebro a se concentrar no que está diretamente à frente dos olhos. Mas também age sobre a audição, com fones de ouvido com cancelamento de ruído e sons de natureza pensados para relaxar e focar ao mesmo tempo. 

O protótipo, chamado Wear Space, foi projetado pensando especificamente nos desafios do ambiente de trabalho.

A intenção era reduzir o sofrimento de quem frequenta escritórios amplos e abertos, trabalha em locais muito movimentados  – ou tem colegas de empresa especialmente inconvenientes.

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