O governador Ibaneis Rocha (MDB) participou, na manhã deste domingo (10/2), de uma missa na igreja São Judas Tadeu, na Asa Sul, em homenagem às vítimas do incêndio no Centro de Treinamento (CT) do Ninho do Urubu, que ocorreu na última sexta-feira (8/2).

“A notícia foi muito triste. Como o padre falou, eram crianças que faleceram e tinham um sonho, não só deles, mas das famílias. Foi uma tragédia, falta de cuidado, é preciso uma maior fiscalização”, disse o governador após a missa.

Durante a homilia, o padre Godwin disse que todas as tragédias são um momento de reflexão e de que algo precisa ser mudado. “Dói no coração sabermos que isso poderia ser evitado. Agora é o momento de rezarmos por todos esses jovens e por suas famílias”. Ele lembrou, na missa, que São Judas Tadeu é padroeiro do Flamengo.

O incêndio que destruiu o CT do Flamengo e tirou a vida de 10 pessoas começou por volta das 5h. O local foi completamente consumido pelo fogo. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi controlado por volta das 7h30.

No final da missa, o governador recebeu um chaveiro com o símbolo da equipe carioca de presente do padre.

Ana Luiza Vinhote/Metrópoles

Agendas
Nesse sábado, Ibaneis anunciou a regularização de 350 famílias do Condomínio Mestre D’Armas II, em Planaltina. O emedebista ressaltou que novas invasões não serão toleradas pela sua administração. “Estamos preparando um decreto para aqueles que invadirem ficarem cerca de cinco anos sem participar da lista da Codhab”, informou.

O emedebista deixou claro que as áreas ocupadas há muito tempo devem ser regularizadas. “Essas que apareceram no final do ano [de 2018] estão programadas para serem retiradas. Quem está invadindo achando que vai ficar tomará uma penalidade.”

No mesmo evento, o chefe do Palácio do Buriti também comentou sobre  o projeto de lei (PL) que amplia o Passe Live, proposto pelo deputado Fábio Felix (PSol). Segundo o governador, a proposta é inconstitucional e o parlamentar “não pode mexer nos cofres do governo”. Ibaneis destacou que o PL ainda será alvo de avaliação dentro da própria Câmara Legislativa e, caso seja aprovado, ingressará com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI).

 

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